DICAS DA SEMANA

terça-feira, 10 de outubro de 2023

Máquinas jamais substituirão pessoas

 

Certa vez, participei de uma formação do Google for Education pelo Cefor. Foram três dias “vivendo” a tecnologia; minha mente trabalhava intensamente e os dedos não paravam de coçar, ansiosos por explorar cada possibilidade apresentada.

No último dia, um dos tecnólogos leu uma mensagem escrita por ele, em forma de agradecimento por mais essa oportunidade. Este artigo já estava nos meus planos, mas, com a reflexão daquele cursista, ganhou ainda mais fôlego, reforçando uma verdade que precisa ser constantemente lembrada:

 

MÁQUINAS JAMAIS SUBSTITUIRÃO PESSOAS

 
Fonte: https://pt.linkedin.com/pulse/trabalho-humano-x-m%C3%A1quina-cibele-sanches.

 

As máquinas estão a nosso serviço. Sempre precisaremos delas para otimizar processos, para ampliar possibilidades, para encurtar distâncias... no entanto, elas são totalmente dependentes de nós. Somos nós que criamos, alimentamos, programamos e damos sentido à sua existência.

Além disso, há algo que possuímos e que jamais poderá ser replicado por códigos ou algoritmos: a sensibilidade. Por certo, existem inúmeros aspectos da humanidade que as máquinas não possuem; contudo, o sentir é o que mais nos distingue: sentimos alegria, dor, saudade, empatia; somos capazes de perceber o que não é dito, de acolher com um olhar, de transformar ambientes com uma palavra.

Na educação, essa verdade se torna ainda mais evidente. A tecnologia pode ensinar conteúdos, pode informar... mas não substitui o professor que percebe o estudante silencioso no fundo da sala; ela pode oferecer respostas rápidas, mas não substitui o abraço que conforta, o incentivo que levanta, o olhar que acredita.

Máquinas podem armazenar dados, mas não constroem vínculos; podem simular conversas, mas não vivem relações; podem executar tarefas com precisão, mas não carregam histórias, memórias e nem afetos. Por isso, mais do que temer a tecnologia, precisamos aprender a usá-la com sabedoria. Não como substituta, mas como aliada; não como protagonista, mas como instrumento.

Porque, no fim, o que transforma o mundo não é a inteligência artificial – é o coração humano disposto a amar, a ensinar e a cuidar.