DICAS DA SEMANA

terça-feira, 31 de março de 2026

Cultivar a/na vida...

 

A Escola Bíblica da minha Igreja Adventista da Promessa, lançou um desafio às Classes: cada uma recebeu um pacote com algumas sementes. A Classe dos Adolescentes, da qual sou professora, recebeu sementes de pimentão. o desafio nos fez refleti bastante sobre

 

Cultivar a/na vida...

Fonte: https://www.petz.com.br/blog/como-plantar-pimenta-biquinho/.

 

O desafio proposto pela EBS à Classe dos Adolescentes me levou a refletir sobre a importância de cultivar boas práticas cristãs. Ao cuidar diariamente dessa pequena planta, percebi que esse gesto simples traduz, de forma profunda, o que significa cuidar da própria vida espiritual. Assim como uma planta não cresce saudável sem atenção e sem dedicação, também a nossa fé necessita de cuidado constante para se desenvolver.

A vida espiritual, quando bem cultivada, assemelha-se a uma semente lançada ao coração: inicialmente frágil e pequena, mas repleta de potencial para crescer, florescer e dar frutos. Regar essa planta e cuidar dela constantemente representou os momentos de oração, da leitura da Palavra e da comunhão com Deus; a água espiritual fortalece nossas raízes, sustentando-nos para permanecer firmes mesmo diante das adversidades e das “secas” da vida.

Da mesma forma, a luz do sol que iluminou e aqueceu a planta, simboliza a presença divina em nossa caminhada diária. É essa luz que orienta nossos passos, iluminando o nosso caminho e trazendo direção e esperança.

Cuidar de uma planta também exige atenção aos fatores que podem impedir seu crescimento. Na vida cristã, isso significa reconhecer e abandonar atitudes negativas que sufocam o nosso desenvolvimento espiritual. Em contrapartida, é necessário cultivar os frutos do Espírito – como o amor, a bondade, a paciência, a humildade, o domínio próprio – que funcionam como o adubo essencial para o fortalecimento da nossa fé.

Acompanhar o crescimento dessa plantinha despertou em mim uma profunda sensação de alegria, de responsabilidade e de dever cumprido. E mais que aceitar e cumprir o desafio lançado, essa experiência reforçou a certeza do cuidado de Deus para conosco todos os dias. Compreendi, assim, que cultivar a fé é um processo contínuo, que exige dedicação, constância e, acima de tudo, amor.Parte inferior do formulário

 

domingo, 12 de janeiro de 2025

Quando o inimigo é o nosso próprio povo...


Analisando a história de Jesus, fiquei imaginando as relações das pessoas com seu povo. Cristo foi morto pelos romanos a pedido do Seu próprio povo... E vejo como o extremismo fez das pessoas adversárias e como é danoso

 Quando o inimigo é o nosso próprio povo...

Fonte: https://br.freepik.com/vetores-gratis/ilustracao-plana-de-pessoa-sendo-envergonhada-ou-culpada_24014078.htm.  

 

Há um silêncio estranho quando um povo se torna inimigo de si mesmo. Não é o silêncio da paz, mas o da desistência – aquele que ecoa nas palavras duras, nos olhares desconfiados e nas mãos que, ao invés de se entrelaçarem, apontam.

É como se, aos poucos, fôssemos nos esquecendo de que pertencemos uns aos outros. Construímos muros invisíveis, alimentamos rivalidades, transformamos diferenças em armas, travando batalhas e ferindo o que deveria ser cuidado.

Há uma dor silenciosa em competir com quem caminha ao nosso lado, pelo fato de discordar de mim. A pluriversidade não é considerado, o respeito é perdido e só resta julgamos sob uma ótica que só a mim favorece; porém, não há vitória possível quando lutamos contra nós mesmos...

Um povo dividido carrega rachaduras na alma que surgem não de grandes guerras, mas das pequenas escolhas diárias: a palavra que fere, o julgamento apressado, a indiferença disfarçada de razão...

Seria bom se da mesma forma que aprendemos a ferir, pudéssemos reaprender a cuidar e, assim, ao invés de criar muros, reconstruirmos pontes de acesso ao respeito, à tolerância, à justiça, à coerência... procurando reconhecer no outro não um rival, mas o reflexo de nós.

Se entendermos essa lógica, o silêncio deixe de ser peso e passa a ser paz.

 

sábado, 4 de janeiro de 2025

Duros de Coração...

 

Ao refletir sobre certas atitudes, fico observando o quanto somos rudes e o quanto precisamos aprender com as crianças; elas têm seu coração puro e não se deixam levar pelo ódio. Quanto a nós, adultos, somos muito

DUROS DE CORAÇÃO...

Fonte: https://www.facebook.com/DioceseJuazeiroBA/posts/o-perigo-de-um-cora%C3%A7%C3%A3o-endurecidoevangelho-do-dia-marcos-31-6naquele-tempo-jesus/1150550578453384/.

 

Dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei um coração de carne (Ezequiel 36.26).

 

O nosso do dia a dia é repleto de lições. Às vezes observando as pessoas e percebo o quanto, muitas vezes, tornamo-nos rudes sem mesmo percebermos. Deve ser a pressa, as preocupações e/ou o acúmulo de demandas e de responsabilidades que vão, pouco a pouco, endurecendo um coração que nasceu para ser grato e amoroso. Passamos a agir de forma automática, com palavras duras, olhares impacientes e gestos que, em vez de acolher, afastam.

Já as crianças, nesse quesito, são nossas maiores mestras. Elas sentem com intensidade, perdoam com facilidade e amam sem reservas. Não guardam mágoas, não alimentam orgulho e não complicam o que é simples. Enquanto nós criamos barreiras, elas constroem pontes com um sorriso.

Vi, certo dia, duas crianças brincando numa praça; de repente, uma delas pega o brinquedo da outra sem pedir. Sua amiguinha chora e se entristece... O adulto que estava com elas intervém e pede que o brinquedo seja devolvido. Mesmo com os olhos marejados, a criança magoada, imediatamente sorri e, em poucos minutos, as duas dividem o brinquedo: não há silêncio prolongado, não há orgulho ferido sendo alimentado, nem desejo de “dar o troco”. A dor foi real, mas não foi cultivada. O coração não se endureceu.

Nos versos de Ezequiel, o grande convite de Deus é este: que nos deixemos permitir que Ele molde novamente o nosso coração, tornando-nos mais leves, mais sensíveis e mais parecidos com o coração que tínhamos quando crianças – não na sua imaturidade, mas na sua pureza, na sua sinceridade e na sua capacidade de amar sem reservas.

Ser adulto não deveria significar perder a ternura, mas amadurecer com um coração transformado, porque no fim, não é a dureza que nos fortalece, mas a graça de um coração que ainda sabe amar, perdoar e recomeçar.

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

Estela - Série Efêmeras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje, conheceremos a última (e primeira) personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Estela.

 

Uma estrela fugaz...

 

Estela

Fátima

Eva

Margarida

Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Estela

Uma estrela fugaz

 

Estela tem um coração era nobre e gentil; fala pouco e é enigmática e avessa a aglomerações e amigos. Vivia num mundo particular. Inventava amigas invisíveis em que acreditava e com quem comumente conversava.

Achava-se estranha e sua autoestima era baixa, não imaginava que brilhava tanto em meio à multidão – era uma estrela fugaz.

Estela também era filantropa, tinha compaixão dos menos favorecidos, cumprimentava mendigos e bêbados e cuidava deles, dando-lhes nome de acordo com as características deles; era tão amante das causas dos marginalizados que foi capaz de um gesto singular por um desconhecido – o bandido da cicatriz em forma de estrela.

 

Quer saber o que ela fez por ele?!!!

 

Então corre e leia a história dessa nossa heroína urbana, lendo a obra Efêmeras!!!

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Fátima - Série EFêmeras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje, vamos conhecer outra personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Fátima.

 

Uma santa devota...

 

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Fátima

Eva

Margarida

Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Fátima

Uma santa devota

 

Fátima tinha um brilho como se a auréola de um anjo pousasse sobre sua cabeça. Era moça do interior, calma que confortava com palavras ou com abraço, aliviando dores e intensificando fé.

Nasceu em uma família endinheirada, mas nunca foi dada a bens materiais, recusava-os por completo, era uma verdadeira franciscana que desde cedo se dedicou ao próximo e jamais usufruiu do vil metal de seus pais em benefício próprio.

Era filha única de um fidalgo poderoso, coronel, criador de gado que repudiou a mãe e a filha por não ter herdeiro homem, piorando quando Fátima resolveu ser freira.

Era simples, devota, humilde e fazia milagres; diziam que era a própria encarnação de Nossa Senhora de Fátima, tanto que curou um paralítico chamado Domingos, num sábado, dia 13 de maio.

Nesse encontro, o inesperado aconteceu...

 

O que será que houve?!!!

Saiba tudo sobre a sua vida, lendo a obra Efêmeras!!!

domingo, 3 de novembro de 2024

Eva - Série EfÊmeras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje, conheceremos agora mais uma personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Eva.

 

Uma pioneira política...

 

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Eva

Margarida

Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Eva

Uma pioneira política

 

Eva era mulher emancipada, pessoa do coletivo e altruísta. Tinha um coração bondoso, era simples, amava os animais, a natureza e lutava pela causa da mulher, principalmente.

Filha de Elvira, descendente Zulu, com um revolucionário, foi adotada por uma família abastada bem na época de grande ditadura.

Era estudiosa, inteligente e sagaz – a mais dedicada aluna, aprendendo com facilidade; estudou latim e grego, falava fluentemente o francês e o inglês e, enquanto já pensava em estudar alemão, enquanto as amigas faziam canto, culinária, piano, corte e costura.

Apesar de tudo, era repudiada na escola por sua cor de peles e cabelos crespos. Tinha personalidade forte: questionava o tratamento diferenciado para meninos... e não achava nada inteligente se calar.  

Era uma líder nata, estava à frente dos grandes movimentos da época e saía sempre em favor das minorias. Irritava-se com a discriminação, com a falta de respeito e, sobretudo, com o abuso de poder. Fazia piquete em frente às fábricas, entregando folhetos, fomentando a luta e encorajando à peleja.

Por sua luta, Eva foi levada presa sob a acusação de desacato à autoridade...

 

Para conhecer todas as aventuras de Eva, leia a obra Efêmeras!!!

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Margarida - Série EfêMeras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje, apresentamos mais uma personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Margarida.

 

Uma flor de candura...

 

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Margarida

Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Margarida

Uma flor de candura

 

Margarida uma verdadeira flor em botão, tinha uma beleza ímpar. Menina ingênua de lábios pequenos, olhos amendoados, corpo esguio, graciosa e de pele clara como a luz do sol.

Era inocente, cândida e pura que desconhecia a malícia humana e vivia no seio da família, cultivando de flores como os demais.

Passava horas entre begônias e hortênsias, cuidando de todas as flores e dizia que elas eram os seres mais felizes da natureza, pois regavam de alegria a alma de quem as recebia e floria o espírito no leito da sua morte.

Era apaixonada por Mundico, um amiguinho da infância, que a correspondia; às vezes confessava seu amor em silêncio, mas Margarida desenvolveu a habilidade e entender a “mudez”, lidando com as flores.

O tempo passou...  ele se fez rapaz e foi fazer a vida na capital; eles perderam o contato, porém ela continuava fiel à sua paixão e, na sua candura de menina, esperava continuamente o dia em que seu amado apareceria para levá-la.

No reencontro deles, sabe o que aconteceu?

 

 

Só lendo a obra Efêmeras pra você saber!!!

 

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Margarida

Uma flor de candura

 

 

Margarida uma verdadeira flor em botão, tinha uma beleza ímpar. Menina ingênua de lábios pequenos, olhos amendoados, corpo esguio, graciosa e de pele clara como a luz do sol.

Era inocente, cândida e pura que desconhecia a malícia humana e vivia no seio da família, cultivando de flores como os demais.

Passava horas entre begônias e hortênsias, cuidando de todas as flores e dizia que elas eram os seres mais felizes da natureza, pois regavam de alegria a alma de quem as recebia e floria o espírito no leito da sua morte.

Era apaixonada por Mundico, um amiguinho da infância, que a correspondia; às vezes confessava seu amor em silêncio, mas Margarida desenvolveu a habilidade e entender a “mudez”, lidando com as flores.

O tempo passou...  ele se fez rapaz e foi fazer a vida na capital; eles perderam o contato, porém ela continuava fiel à sua paixão e, na sua candura de menina, esperava continuamente o dia em que seu amado apareceria para levá-la.

No reencontro deles, sabe o que aconteceu?

 

 

Só lendo a obra Efêmeras pra você saber!!!

 

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Esmeralda - Série EfêmEras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Vamos conhecer mais uma personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Esmeralda.

 

Uma joia muito preciosa...

 

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Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Esmeralda

Uma joia rara

 


 

Esmeralda era uma verdadeira joia; uma linda moça de olhos verdes esmeralda, tez morena, corpo magro e oblíquo com curvas admiráveis. Moça de família rica, única herdeira de uma fortuna incalculável.

Morava numa mansão com seus pais, seus avós maternos e um tio aluado – ela era o bem mais valioso do senhor e da senhora Albuquerque de Almeida – um verdadeiro talismã.

Adorava fazer seus passeios matinais com a Maria – sua ama. No caminho, juntava sempre uma pedrinha branca que a fascinava.  

Sua vida era assim... até que conheceu Eurico...

 

O que será que aconteceu?

Curioso/a?! Leia a obra Efêmeras.

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Rosário - Série EfemeRas

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje nossa série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Funbel – traz uma terceira personagem: nossa Rosário.

 

Vamos entrar na reza com ela...

 

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Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Rosário

Uma prece sofrida

 

Rosário nasceu numa família humilde e devota, foi criada pelas seis tias beatas que lhe deram o nome da padroeira da cidade e prometeram que seria uma noiva de Cristo. Ela era uma menina de olhos vivos, esguia, franzina e sem beleza aparente, mas doce, terna e encantadora; tinha bom coração, era dócil e não possuía nenhuma malícia, sempre rezando e se dedicando à igreja.

Como mocinha obediente, levava uma vida devotada como suas tias: ia sempre à missa e passava horas rezando enquanto fazia seu enxoval com a destreza e o amor com que produzia o manto da sua santa de devoção.

 

Rosário tinha o sonho de se casar e ter muitos filhos.

 

Será que se casou com um pretendente ou foi mesmo noiva de Cristo?

Para saber é só paginar a obra Efêmeras.

 

terça-feira, 22 de outubro de 2024

Afrodite - Série EfêmerAs

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Iniciamos esta série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Funbel – com a última personagem. Hoje conheceremos Afrodite

 

Deixe-se seduzir por ela...

 

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Afrodite

Seriema

 

 

 

Afrodite

Uma deusa da beleza

 


Afrodite tinha a aparência de uma deusa cheia de encanto e magia; possuía a sensualidade a flor da pele e foi esculpida em todos os detalhes: morena cor de jambo, encantadora e fascinante. 

Moça faceira de olhos lânguidos, lábios carnudos, seios fartos e corpo muito bem talhado pela natureza. Ela era assim, nunca se deixava dominar nem se iludir por quem quer que fosse; diziam, inclusive, que os deuses haviam fechado seu corpo para o amor. 

Era endeusada pelos homens e invejada pelas mulheres.

Afrodite não tinha amigas nem irmãs, nasceu de um relacionamento de sua mãe com um marinheiro desconhecido e excêntrico. Ela adorava esse status de filha única, pois não gostava de dividir nada com ninguém, sentindo-se única - na verdade, ela era única.

 

Querem conhecer um pouco mais dessa mulher brejeira e sedutora? Basta ler a obra Efêmeras.