Série ARTIFICIAL
Texto II
Em continuidade à Série, trago aqui o poema referente a penúltima letra de ARTIFICIAL.
AVE
Ave... aves...
Ave Maria!
É tanta revoada
Tanta galhofa
Tanto zunido
Nos gorjeios
Nada é enfado
Há leveza da pena apenas
Batidas de asas
Bicos se abrindo
Assobio de vento
E lá se vai a passarada...
Ai! Tô fraco, tô fraco
Sumindo...
Ainda bem que te VI!

