DICAS DA SEMANA

sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Esmeralda - Série EfêmEras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Vamos conhecer mais uma personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Esmeralda.

 

Uma joia muito preciosa...

 

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Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Esmeralda

Uma joia rara

 


 

Esmeralda era uma verdadeira joia; uma linda moça de olhos verdes esmeralda, tez morena, corpo magro e oblíquo com curvas admiráveis. Moça de família rica, única herdeira de uma fortuna incalculável.

Morava numa mansão com seus pais, seus avós maternos e um tio aluado – ela era o bem mais valioso do senhor e da senhora Albuquerque de Almeida – um verdadeiro talismã.

Adorava fazer seus passeios matinais com a Maria – sua ama. No caminho, juntava sempre uma pedrinha branca que a fascinava.  

Sua vida era assim... até que conheceu Eurico...

 

O que será que aconteceu?

Curioso/a?! Leia a obra Efêmeras.

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Rosário - Série EfemeRas

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje nossa série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Funbel – traz uma terceira personagem: nossa Rosário.

 

Vamos entrar na reza com ela...

 

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Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Rosário

Uma prece sofrida

 

Rosário nasceu numa família humilde e devota, foi criada pelas seis tias beatas que lhe deram o nome da padroeira da cidade e prometeram que seria uma noiva de Cristo. Ela era uma menina de olhos vivos, esguia, franzina e sem beleza aparente, mas doce, terna e encantadora; tinha bom coração, era dócil e não possuía nenhuma malícia, sempre rezando e se dedicando à igreja.

Como mocinha obediente, levava uma vida devotada como suas tias: ia sempre à missa e passava horas rezando enquanto fazia seu enxoval com a destreza e o amor com que produzia o manto da sua santa de devoção.

 

Rosário tinha o sonho de se casar e ter muitos filhos.

 

Será que se casou com um pretendente ou foi mesmo noiva de Cristo?

Para saber é só paginar a obra Efêmeras.

 

terça-feira, 22 de outubro de 2024

Afrodite - Série EfêmerAs

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Iniciamos esta série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Funbel – com a última personagem. Hoje conheceremos Afrodite

 

Deixe-se seduzir por ela...

 

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Afrodite

Seriema

 

 

 

Afrodite

Uma deusa da beleza

 


Afrodite tinha a aparência de uma deusa cheia de encanto e magia; possuía a sensualidade a flor da pele e foi esculpida em todos os detalhes: morena cor de jambo, encantadora e fascinante. 

Moça faceira de olhos lânguidos, lábios carnudos, seios fartos e corpo muito bem talhado pela natureza. Ela era assim, nunca se deixava dominar nem se iludir por quem quer que fosse; diziam, inclusive, que os deuses haviam fechado seu corpo para o amor. 

Era endeusada pelos homens e invejada pelas mulheres.

Afrodite não tinha amigas nem irmãs, nasceu de um relacionamento de sua mãe com um marinheiro desconhecido e excêntrico. Ela adorava esse status de filha única, pois não gostava de dividir nada com ninguém, sentindo-se única - na verdade, ela era única.

 

Querem conhecer um pouco mais dessa mulher brejeira e sedutora? Basta ler a obra Efêmeras.

domingo, 20 de outubro de 2024

Seriema - Série EfêmeraS

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Iniciaremos hoje uma nova série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Funbel. Aqui vamos contar quem são essas mulheres que se eternizaram por suas histórias. Para observarem melhor o acróstico feito com o título do livro, vamos iniciar de trás pra frente, assim a primeira será

 

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Seriema

 

 

 

Seriema

Um canto triste

 




Seriema é a reverenciada e sábia cunhatã que nasceu pra se sentar no banco sagrado talhado na madeira da soveira. Descendente dos indígenas Tukanos, sabe tudo com relação aos seus ancestrais. Dentre tantos predicativos, é exímia contadora de casos fantásticos, conselheira infalível e a alegria em pessoa. Desde tenra idade, mostrava-se bastante estudiosa e decidida, o orgulho dos pais e dos avós que, por falta de oportunidade, eram analfabetos e que viviam do plantio da mandioca e de trabalhos artesanais.

Seu projeto de vida é fazer História na universidade e se especializar na cultura indígena.

Tem uma relação estreita com a natureza e sua afinidade com os animais a faz pensar que são mais “humanos” que as pessoas; é valente, mas nenhum temor é maior que a do bicho Homem, que considera capaz de cometer atrocidades contra seus semelhantes e contra a mãe natureza.

Dos tantos amigos que a vida lhe deu, não há amiga mais chegada que a centenária Samaúma.

 

Conheça mais dessa menina indígena que tanto orgulha a sua origem na obra Efêmeras.



Obs.: Aguardem o Efêmeras em audiobook.




terça-feira, 17 de setembro de 2024

EFÊMERAS

 

EFÊMERAS


Efêmeras” é uma obra de contos femininos premiada pela Fundação Cultural de Belém (Fumbel) por meio do Edital 006/2023 de Chamamento Público, Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens e publicado pela Editora Pública Dalcídio Jurandir da Imprensa Oficial do Estado do Pará (Ioepa). O livro é composto por oito contos que narram a história de mulheres extraordinárias que “viveram o tempo suficiente para se tornarem eternas”. Elas ocupam tempos e espaços diferentes – mulheres de raízes africanas, indígenas e brancas: miscigenadas. Mulheres fortes, mas cm fragilidades típicas da raça humana. Mulheres com sonhos e desejos; que lutam por uma causa ou por um amor; que fazem acontecer ou que se deixam levar pelos acontecimentos; que devotam suas vidas ou a vida as querem devotadas... todas fêmeas: eFÊMErAS


sábado, 24 de agosto de 2024

Projeto Contos Femininos - Efêmeras

 

EFÊMERAS


QUEM É AUTORA DE EFÊMERAS?


Sou cabocla cabana de Cametá (PA). Nasci embalada pelo canto do Siriá e engordada pelo caldo de mapará, mas poucas lembranças tenho dessa infância, porque minha família não firmou raízes no Camutá-tapera; criei-me à sombra das mangueiras, comendo manga no pé... na amada Belém do Grão Pará. Ainda menina, cultivei o prazer pela leitura e pela escritura (como prefiro dizer): produzia diários, poemas, contos, crônicas, peças teatrais (onde também atuava). Tanto no 1° quanto no 2º grau (como eram chamadas essas etapas de ensino), sempre fiz parte de eventos literários e culturais: festivais de dança, saraus, shows de talentos, teatro... e fui escrevendo a vida como se narra um romance polifônico de muitas “eu”: menina, mulher, artista, arteira, religiosa, profissional, filha, irmã, esposa, amiga... Tornei-me eclética na produção literária e essa minha aptidão me levou ao curso de Letras da Universidade Federal do Pará (UFPA), onde, anos mais tarde, tornei-me mestra. Em 2010, fui ganhadora do Prêmio Dalcídio Jurandir de Literatura (categoria Crônicas) pelo Centur com a obra “Diário de Letícia – o dia a dia de uma solteirona solitária”, apresentada ao público no evento “A noite é uma palavra”. Participei ainda da “XVII Feira Pan-Amazônica do Livro”, do “Marajó em Cena”, dentre outros. Em 2014, fiz parte de duas coletâneas de poemas: “Antologia Eco Poético” (Icen) e “Poeta – mostra a tua cara” (v. 11). Recentemente, lancei, pela Editora da Imprensa Oficial do Estado, a “autobiografia” do amigo pioneiro da Igreja da Promessa na Região Norte, sendo a organizadora dessa obra intitulada “Um homem, um caminho – a história da vida de Manoel Santana Lopes” (2022). Também possuo um blog onde extravaso emoções e sentimentos das multivozes de mim: cronista, poetisa, contista... uma artista. Trago na bagagem uma pena com a qual escrevo ficção com um pé na realidade.


sábado, 27 de janeiro de 2024

Duros de Coração...

 

Ao refletir sobre certas atitudes, fico observando o quanto somos rudes e o quanto precisamos aprender com as crianças; elas têm seu coração puro e não se deixam levar pelo ódio. Quanto a nós, adultos, somos muito

DUROS DE CORAÇÃO...

Fonte: https://www.facebook.com/DioceseJuazeiroBA/posts/o-perigo-de-um-cora%C3%A7%C3%A3o-endurecidoevangelho-do-dia-marcos-31-6naquele-tempo-jesus/1150550578453384/.

 

Dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei um coração de carne (Ezequiel 36.26).

 

O nosso do dia a dia é repleto de lições. Às vezes observando as pessoas e percebo o quanto, muitas vezes, tornamo-nos rudes sem mesmo percebermos. Deve ser a pressa, as preocupações e/ou o acúmulo de demandas e de responsabilidades que vão, pouco a pouco, endurecendo um coração que nasceu para ser grato e amoroso. Passamos a agir de forma automática, com palavras duras, olhares impacientes e gestos que, em vez de acolher, afastam.

Já as crianças, nesse quesito, são nossas maiores mestras. Elas sentem com intensidade, perdoam com facilidade e amam sem reservas. Não guardam mágoas, não alimentam orgulho e não complicam o que é simples. Enquanto nós criamos barreiras, elas constroem pontes com um sorriso.

Vi, certo dia, duas crianças brincando numa praça; de repente, uma delas pega o brinquedo da outra sem pedir. Sua amiguinha chora e se entristece... O adulto que estava com elas intervém e pede que o brinquedo seja devolvido. Mesmo com os olhos marejados, a criança magoada, imediatamente sorri e, em poucos minutos, as duas dividem o brinquedo: não há silêncio prolongado, não há orgulho ferido sendo alimentado, nem desejo de “dar o troco”. A dor foi real, mas não foi cultivada. O coração não se endureceu.

Nos versos de Ezequiel, o grande convite de Deus é este: que nos deixemos permitir que Ele molde novamente o nosso coração, tornando-nos mais leves, mais sensíveis e mais parecidos com o coração que tínhamos quando crianças – não na sua imaturidade, mas na sua pureza, na sua sinceridade e na sua capacidade de amar sem reservas.

Ser adulto não deveria significar perder a ternura, mas amadurecer com um coração transformado, porque no fim, não é a dureza que nos fortalece, mas a graça de um coração que ainda sabe amar, perdoar e recomeçar.

sábado, 23 de dezembro de 2023

Chegou o Natal!!!

 

Todos os anos passa um filme na nossa cabeça. Ficamos reflexivos, emotivos... procuramos fazer o bem! É uma época festiva em que as pessoas se voltam para o aniversariante – Jesus. Que a luz de Cristo inunde seu coração, pois

 

CHEGOU O NATAL!!!

                     

Fonte: https://bernadetealves.com/2022/12/25/natal-e-a-festa-do-salvador-a-luz-divina-que-faz-morada-em-nos/


Nessa época, há um sussurro que toca a alma,
um convite silencioso à reflexão.
Mas ainda que muitos falem em “magia”,
há algo mais profundo, mais alto, mais eterno… um sopro dos céus,
um chamado invisível que alcança o coração humano

Não está nas luzes que brilham nas ruas,
nem no som apressado das compras,
nem nas mãos cheias de presentes, mas naquilo que não se vê:
uma fé indizível, um amor que nascer, uma esperança que se renova

O verdadeiro Natal não cabe em uma data,
ele pulsa no cotidiano, em cada gesto simples,
em cada ato de amor sincero...

Ah, se esse espírito permanecesse!
Se não fosse visita breve de dezembro,
mas morada constante na alma…
Se a mesa farta não fosse apenas símbolo, mas partilha verdadeira
se o coração aquecido não fosse instante, mas chama eterna

Assim, espero que o amor não seja sazonal,
que a generosidade não tenha calendário,
que as mãos que doam hoje não se fechem amanhã

Que não nos esqueçamos de que:
há quem precise de pão, de presença, de cuidado,
de um olhar que acolhe, de um tempo de escuta...

Que o Natal não seja só lembrado, mas vivido em plenitude
Que Jesus seja o verdadeiro sentido não em uma noite

mas numa vida inteira. Feliz Nata!!!

 

terça-feira, 10 de outubro de 2023

O Mar...

 

É interessante minha relação com o MAR... tanto o é que casei com um MARinheiro (risos). Inspirado nesse infinito misterioso, escrevi este texto.

 

O MAR...

Fonte: https://pt.dreamstime.com/imagens-de-stock-royalty-free-mulher-que-anda-sozinho-na-praia-image4542449.   

 

O mar sempre foi mais do que um lugar: foi minha casa, meu refúgio e meu destino. Sinto por ele uma saudade com cheiro e sabor de sal, um tipo de nostalgia que não se explica, apenas se sente, como o vento que sopra sem pedir licença e bagunça tudo por dentro.

Nele, tirei lições que aprendi nos seus silêncios; entendi que nem toda calmaria é paz, e que nem toda tempestade é destruição. Ele me ensina sem palavras.

Meus dias com ele começam no balanço das ondas, no som dos pássaros... Mergulho nele as dores, as mágoas, as tristezas e tiro dele forças para nadar neste mundo difícil. Ao olhar o horizonte, contemplo a beleza que é ser infinito...

O mar é um mistério que me encanta e me assusta, como se guardasse em suas profundezas segredos que minha alma reconhece, mas minha razão teme descobrir. Há algo em seu movimento constante que me chama e, ao mesmo tempo, me alerta como um convite perigoso, impossível de recusar.

Ele me envolve com sua beleza, mas nunca revela tudo o que esconde e talvez seja justamente isso que me prende: a certeza de que, por mais que eu o contemple, jamais o compreenderei por completo.

De tudo isso concluo que sinto por ele um amor enigmático e percebo que há amores que não foram feitos para durar na superfície, mas para afundar… e se eternizar.

sábado, 5 de agosto de 2023

Máquinas jamais substituirão pessoas

 

Certa vez, participei de uma formação do Google for Education pelo Cefor. Foram três dias “vivendo” a tecnologia; minha mente trabalhava intensamente e os dedos não paravam de coçar, ansiosos por explorar cada possibilidade apresentada.

No último dia, um dos tecnólogos leu uma mensagem escrita por ele, em forma de agradecimento por mais essa oportunidade. Este artigo já estava nos meus planos, mas, com a reflexão daquele cursista, ganhou ainda mais fôlego, reforçando uma verdade que precisa ser constantemente lembrada:

 

MÁQUINAS JAMAIS SUBSTITUIRÃO PESSOAS

 
Fonte: https://pt.linkedin.com/pulse/trabalho-humano-x-m%C3%A1quina-cibele-sanches.

 

As máquinas estão a nosso serviço. Sempre precisaremos delas para otimizar processos, para ampliar possibilidades, para encurtar distâncias... no entanto, elas são totalmente dependentes de nós. Somos nós que criamos, alimentamos, programamos e damos sentido à sua existência.

Além disso, há algo que possuímos e que jamais poderá ser replicado por códigos ou algoritmos: a sensibilidade. Por certo, existem inúmeros aspectos da humanidade que as máquinas não possuem; contudo, o sentir é o que mais nos distingue: sentimos alegria, dor, saudade, empatia; somos capazes de perceber o que não é dito, de acolher com um olhar, de transformar ambientes com uma palavra.

Na educação, essa verdade se torna ainda mais evidente. A tecnologia pode ensinar conteúdos, pode informar... mas não substitui o professor que percebe o estudante silencioso no fundo da sala; ela pode oferecer respostas rápidas, mas não substitui o abraço que conforta, o incentivo que levanta, o olhar que acredita.

Máquinas podem armazenar dados, mas não constroem vínculos; podem simular conversas, mas não vivem relações; podem executar tarefas com precisão, mas não carregam histórias, memórias e nem afetos. Por isso, mais do que temer a tecnologia, precisamos aprender a usá-la com sabedoria. Não como substituta, mas como aliada; não como protagonista, mas como instrumento.

Porque, no fim, o que transforma o mundo não é a inteligência artificial – é o coração humano disposto a amar, a ensinar e a cuidar.