DICAS DA SEMANA

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Estou bem!!!

 

Vai chegando ao final do ano e ficamos mais reflexivos. Às vezes passamos boa parte da vida tentando convencer os outros de que estamos bem, enquanto por dentro travamos diversas batalhas, forjando um sentimento que não sinto, dando ideia de que

 

 

ESTOU BEM!!!

Fonte: https://www.revistaplanetaagua.com/artigo/a-influencia-das-redes-sociais-na-percepcao-do-corpo/.

 

 

É interessante como queremos aparentar o que não existe, como se parecer feliz vale mais do que estar em paz. Sorrisos são publicados, dores são escondidas e a autoestima acaba sendo construída sobre a aprovação, a aparência e a validação de que está de fora.

As perdas, as rejeições, as decepções e as frustrações podem nos atingir de tal forma e turba nossa visão de nós mesmos; e sem perceber, começamos a medir nosso valor pelas feridas que carregamos, mas nenhuma dor deveria ter autoridade para nos diminuir.

As redes sociais se tornam vitrines cuidadosamente montadas daquilo que gostaríamos de ser, e não necessariamente do que realmente somos. Sorrisos publicados escondem lágrimas; frases motivacionais encobrem as angústias; fotos felizes tentam convencer de que está tudo bem.

Vivemos conectados o tempo inteiro, mas, paradoxalmente, cada vez mais distantes da nossa própria verdade interior. Disfarçamos sentimentos porque temos medo de parecer frágeis em um mundo que aplaude aparências e cobra felicidade constante.

Mas a alma não consegue viver para sempre atrás de filtros. Talvez uma das maiores necessidades nossas seja aprender que não há vergonha em admitir dor, cansaço ou necessidade de ajuda. A verdadeira cura começa quando paramos de fingir força o tempo todo e permitimos que a verdade venha à luz.

 

Que o novo ano traga consigo a nossa verdadeira face e que possamos aprender, todos os dias, a nos amar de verdade – não de forma superficial, mas profunda, consciente e curadora, porque quando a alma aprende o próprio valor, ela deixa de mendigar amor em lugares que só oferecem migalhas.


domingo, 10 de novembro de 2024

Orgulho das "Dores" da vida...

 

No ano de 2024, a 7 de novembro, um dia que lembra minha Maroquinha (esse era o dia do seu nascimento), dormiu em Cristo uma grande amiga – a irmã Sarrazin. Olhando nossa trajetória juntas, lembrei-me de um texto em que dei voz a ela no dia do seu aniversário, falando do


Orgulho das “Dores” da vida...

 


Nasci em Santarém no dia 10 de agosto de 1951, e recebi o nome de Maria das Dores. Hoje, analisando tudo o que vivi, tenho muito orgulho das dores da vida, pois elas nos ensinam bastante e creio que todos nós deveríamos ter esse sentimento, pois existe alguém que sofreu todas as dores por nós, tornando nosso fardo leve... Ele também deixou seu Santo Espírito para nos acompanhar e nos encorajar na peleja diária.

Conheci o grande Pai na minha terra natal quando esteve por lá o servo do Deus Vivo, Pr. Manoel Santana Lopes, levando a Palavra que me alcançou e a partir daquele momento entreguei meus caminhos nas mãos do Todo-Poderoso e desde lá me tem guiado e por isso O louvo.

Aos 17 anos, após casar com José Pinheiro, eu me tornei Sarrazin. Com ele vivi 49 anos e formamos uma grande família que conta com 7 filhos, 8 netos e 3 bisnetos. Em 2011, ele dormiu no Senhor, eu me vi viúva, mas não só... porque meu Deus, meus parentes, meus amigos e meus irmãos em Cristo me ampararam.

Tenho combatido as muitas lutas deste mundo e acredito que em todas tenho sido mais que vencedora, pois as bênçãos do Pai Eterno têm-me alcançado, portanto, só me resta agradecer.

Obrigada, Senhor amado, por mais um ano de vida, por todas as minhas vitórias e as vitórias da minha família, isso me faz crer que a Tua promessa é real e que és verdadeiramente Deus!



quinta-feira, 7 de novembro de 2024

Estela - Efêmeras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

 

Hoje, conheceremos a última (e primeira) personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Estela.

 

Uma estrela fugaz...

 

Estela

Fátima

Eva

Margarida

Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Estela

Uma estrela fugaz

 

Estela é moça de coração nobre e gentil; fala pouco, é enigmática e avessa a aglomerações e amigos. Vivia num mundo particular. Inventava amigas invisíveis em que acreditava e com quem comumente conversava.

Achava-se estranha e sua autoestima era baixa, não imaginava que brilhava tanto em meio à multidão – era uma estrela fugaz.

Estela também era filantropa, tinha compaixão dos menos favorecidos, cumprimentava mendigos e bêbados e cuidava deles, dando-lhes nome de acordo com as suas características; era tão amante das causas dos marginalizados que foi capaz de um gesto singular por um desconhecido – o bandido da cicatriz em forma de estrela.

 

Quer saber o que ela fez por ele?!!!

 

Então corre e leia a história dessa nossa heroína urbana, lendo a obra Efêmeras!!!

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Fátima - eFêmeras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje, vamos conhecer outra personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Fátima.

 

Uma santa devota...

 

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Fátima

Eva

Margarida

Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Fátima

Uma santa devota

 

Fátima tinha um brilho como se a auréola de um anjo pousasse sobre sua cabeça. Era moça do interior, calma que confortava as pessoas com palavras ou com um abraço, aliviando dores e intensificando a fé.

Nasceu em uma família endinheirada, mas nunca foi dada a bens materiais, recusava-os por completo, era uma verdadeira franciscana que desde cedo se dedicou ao próximo e jamais usufruiu do vil metal de seus pais em benefício próprio.

Era filha única de um fidalgo poderoso, coronel, criador de gado que repudiou a mãe e a filha por não ter herdeiro homem, piorando quando Fátima resolveu ser freira.

Era simples, devota, humilde e fazia milagres; diziam que era a própria encarnação de Nossa Senhora de Fátima, e isso ficou mais evidente quando se encontrou com Domingos, num sábado, dia 13 de maio.

O que será que houve?!!!

Saiba tudo sobre a sua vida, lendo a obra Efêmeras!!!

domingo, 3 de novembro de 2024

Eva - efÊmeras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje, conheceremos agora mais uma personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Eva.

 

Uma pioneira política...

 

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Eva

Margarida

Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Eva

Uma pioneira política

 

Eva era mulher emancipada, pessoa do coletivo e altruísta. Tinha um coração bondoso, era simples, amava os animais, a natureza e lutava pela causa da mulher, principalmente.

Filha de Elvira, descendente Zulu, com um revolucionário, foi adotada por uma família abastada bem na época de grande ditadura.

Era estudiosa, inteligente e sagaz – a mais dedicada aluna, aprendendo com facilidade. Estudou latim e grego, falava fluentemente o francês e o inglês e, enquanto já pensava em estudar alemão, as amigas faziam canto, culinária, piano, corte e costura.

Apesar de tudo, era repudiada na escola por sua cor de pele e pelos cabelos crespos. Tinha personalidade forte: questionava o tratamento diferenciado para meninos... e não achava nada inteligente se calar.  

Era uma líder nata, estava à frente dos grandes movimentos da época e saía sempre em favor das minorias. Irritava-se com a discriminação, com a falta de respeito e, sobretudo, com o abuso de poder. Fazia piquete em frente às fábricas, entregando folhetos, fomentando a luta e encorajando à peleja.

Por sua luta, Eva foi levada presa sob a acusação de desacato à autoridade...

 

Para conhecer todas as aventuras de Eva, leia a obra Efêmeras!!!

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Margarida - efêMeras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

 

Hoje, apresentamos mais uma personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Margarida.

 

Uma flor de candura...

 

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Margarida

Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Margarida

Uma flor de candura

 

Margarida uma verdadeira flor em botão, tinha uma beleza ímpar. Menina ingênua de lábios pequenos, olhos amendoados, corpo esguio, graciosa e de pele clara como a luz do sol.

Era inocente, cândida... tão pura que desconhecia a malícia humana e vivia no seio da família, cultivando de flores como os demais.

Passava horas entre begônias e hortênsias, cuidando de todas as flores e dizia que elas eram os seres mais felizes da natureza, pois regavam de alegria a alma de quem as recebia e floria o espírito no leito da sua morte.

Era apaixonada por Mundico, um amiguinho de infância, que a correspondia; às vezes confessava seu amor em silêncio; ela desenvolveu a habilidade de entender a “mudez”, lidando com as flores.

O tempo passou...  ele se fez rapaz e foi fazer a vida na capital; eles perderam o contato, porém ela continuava fiel à sua paixão e, na sua candura de menina, esperava continuamente o dia em que seu amado apareceria para levá-la.

No reencontro deles, sabe o que aconteceu?


Só lendo a obra Efêmeras pra você saber!!!


sexta-feira, 25 de outubro de 2024

Esmeralda - efêmEras

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Vamos conhecer mais uma personagem da Série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel: Esmeralda.

 

Uma joia muito preciosa...

 

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Esmeralda

Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Esmeralda

Uma joia rara

 


 

Esmeralda era uma verdadeira joia; uma linda moça de olhos verdes esmeralda, tez morena, corpo magro e oblíquo com curvas admiráveis. Moça de família rica, única herdeira de uma fortuna incalculável.

Morava numa mansão com seus pais, seus avós maternos e um tio aluado – ela era o bem mais valioso do senhor e da senhora Albuquerque de Almeida – um verdadeiro talismã.

Adorava fazer seus passeios matinais com a Maria – sua ama. No caminho, juntava sempre uma pedrinha branca que a fascinava.  

Sua vida era assim... até que conheceu Eurico...

 

O que será que aconteceu?

Curioso/a?! Leia a obra Efêmeras.

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Rosário - efêmeRas

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Hoje nossa série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel – traz uma terceira personagem: nossa Rosário.

 

Vamos entrar na reza com ela...

 

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Rosário

Afrodite

Seriema

 

 

Rosário

Uma prece sofrida

 

Rosário nasceu numa família humilde e devota, foi criada pelas seis tias beatas que lhe deram o nome da padroeira da cidade e prometeram que seria uma noiva de Cristo. Ela era uma menina de olhos vivos, esguia, franzina e sem beleza aparente, mas doce, terna e encantadora; tinha bom coração, era dócil e não possuía nenhuma malícia, sempre rezando e se dedicando à igreja.

Como mocinha obediente, levava uma vida devotada como suas tias: ia sempre à missa e passava horas rezando enquanto fazia seu enxoval com a destreza e o amor com que produzia o manto da sua santa de devoção.

 

Rosário tinha o sonho de se casar e ter muitos filhos.

 

Será que se casou com um pretendente ou foi mesmo noiva de Cristo?

Para saber é só paginar a obra Efêmeras.

 

terça-feira, 22 de outubro de 2024

Afrodite - efêmerAs

 

Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Iniciamos esta série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel – com a última personagem. Hoje conheceremos Afrodite

 

Deixe-se seduzir por ela...

 

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Afrodite

Seriema

 

 

 

Afrodite

Uma deusa da beleza

 


Afrodite tinha a aparência de uma deusa cheia de encanto e magia; possuía a sensualidade a flor da pele e foi esculpida em todos os detalhes: morena cor de jambo, encantadora e fascinante. 

Moça faceira de olhos lânguidos, lábios carnudos, seios fartos e corpo muito bem talhado pela natureza. Ela era assim, nunca se deixava dominar nem se iludir por quem quer que fosse; diziam, inclusive, que os deuses haviam fechado seu corpo para o amor. 

Era endeusada pelos homens e invejada pelas mulheres.

Afrodite não tinha amigas nem irmãs, nasceu de um relacionamento de sua mãe com um marinheiro desconhecido e excêntrico. Ela adorava esse status de filha única, pois não gostava de dividir nada com ninguém, sentindo-se única - na verdade, ela era única.

 

Querem conhecer um pouco mais dessa mulher brejeira e sedutora? Basta ler a obra Efêmeras.

domingo, 20 de outubro de 2024

Seriema - efêmeraS

 Série Efêmeras

Elas viveram o tempo exato para se tornarem eternas

 

Iniciaremos hoje uma nova série da obra Efêmeras premiada pela Lei 195/2023 Paulo Gustavo – Múltiplas Linguagens pela Fumbel. Aqui vamos contar quem são essas mulheres que se eternizaram por suas histórias. Para observarem melhor o acróstico feito com o título do livro, vamos iniciar de trás pra frente, assim a primeira será

 

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Seriema

 

 

 

Seriema

Um canto triste

 


Seriema é a reverenciada e sábia cunhatã que nasceu pra se sentar no banco sagrado talhado na madeira da soveira. Descendente dos indígenas Tukanos, sabe tudo com relação aos seus ancestrais. Dentre tantos predicativos, é exímia contadora de casos fantásticos, conselheira infalível e a alegria em pessoa. Desde tenra idade, mostrava-se bastante estudiosa e decidida, o orgulho dos pais e dos avós que, por falta de oportunidade, eram analfabetos e que viviam do plantio da mandioca e de trabalhos artesanais.

Seu projeto de vida é fazer História na universidade e se especializar na cultura indígena.

Tem uma relação estreita com a natureza e sua afinidade com os animais a faz pensar que são mais “humanos” que as pessoas; é valente, mas nenhum temor é maior que a do bicho Homem, que considera capaz de cometer atrocidades contra seus semelhantes e contra a mãe natureza.

Dos tantos amigos que a vida lhe deu, não há amiga mais chegada que a centenária Samaúma.

 

Conheça mais dessa menina indígena que tanto orgulha a sua origem na obra Efêmeras.



Obs.: Aguardem o Efêmeras em audiobook.